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Quer participar de um consórcio de imóveis? Saiba quando vale a pena!


Quem busca comprar casa ou apartamento pode optar por um consórcio imobiliário: uma ótima forma de aquisição para quem não tem condições de dar uma entrada por volta dos 20%, além de permitir um bom planejamento para a compra. Esse é um método interessante para quem não tem o valor da entrada para iniciar um financiamento, o que permite que ainda mais pessoas possam realizar o sonho da casa própria. No entanto, muitos permanecem céticos sobre como funciona e quando é uma uma boa escolha, especialmente se considerarmos outros tipos de créditos existentes. Pensando nisso, preparamos este material para você analisar alguns dos principais contextos que justificam essa alternativa para o seu investimento. Leia para saber mais!


Cobrança de juros


Um dos grandes motivos para optar pelo consórcio imobiliário está relacionado à incidência de juros. Por exemplo, em um financiamento imobiliário, dependendo do tipo de crédito e da instituição analisada, haverá essa taxa por todo o período contratado.


Você pode escolher um financiamento cujas parcelas de juros diminuem à medida que a dívida é quitada, enquanto outros têm um valor constante ao longo do contrato.

No entanto, no que diz respeito ao consórcio, essas taxas não existem.


Afinal, a carta de crédito será paga pelo cliente, e não pelo banco que empresta o valor para quitar o imóvel. As instituições, por outro lado, cobram taxas chamadas taxas de administração – muito mais baixas do que os juros do financiamento.


Entrada


Mesmo para quem opta pelo financiamento, é necessário uma entrada para ter acesso ao crédito. Normalmente, é cobrado cerca de 20% do valor do imóvel. Um imóvel de cem mil, então, pode exigir uma entrada de 10 a 20 mil, e o restante será financiado pela agência. Ou seja, você precisa ter um valor inicial para realizar o sonho da sua casa.


Porém, se você não tiver esse valor, um consórcio é uma boa opção. O cliente não precisa pagar entrada: ele pagará a mensalidade do consórcio de acordo com o plano contratual. Existem várias formas de contratação, com diferentes parcelas, prazos e cartas de crédito.


Por isso, é ideal trabalhar com a empresa-alvo para entender o que está disponível e o que é melhor para sua realidade e orçamento.


Liberdade para usar o crédito


Com uma carta de crédito, você tem a liberdade de escolher o tipo de imóvel que mais se adequa ao seu perfil e objetivos no momento. Imagine a seguinte situação: Quando você começa a pagar parcelado, o objetivo é comprar um apartamento para morar com sua família. Ao mesmo tempo, porém, você decide ir em frente e planeja construir uma estrutura física para sua empresa.


Como resultado, comprar um apartamento não atenderá mais aos seus objetivos. O ideal é possuir imóveis comerciais para que a empresa esteja “viva” e você consiga atingir seus objetivos.


Se você fez um financiamento, terá que vender seu imóvel, pagar essas parcelas e comprar outro. No que diz respeito ao consórcio, a escolha é flexível: basta escolher o produto que melhor se adapta às suas necessidades.


Possibilidade de acelerar a contemplação


O consórcio de imóveis funciona de duas formas distintas: na primeira delas, a pessoa espera ser sorteada para ser contemplada com a carta de crédito. Porém, se houver a necessidade de antecipar, ela pode oferecer um lance.


O lance que for maior é contemplado. Quando o valor oferecido não é o vencedor, não é preciso realizar o pagamento do que foi ofertado. No mês seguinte, basta realizá-lo novamente — ou aumentar o que foi oferecido, caso considere necessário.


Variedade de planos e prazos


Como mencionamos, existem vários planos e prazos, dependendo das suas necessidades. Saiba quais os produtos disponíveis, como pagar e quais os produtos adequados ao seu perfil ao recorrer a uma sociedade gestora.


Nesse sentido, é até uma forma de você investir ou economizar, já que você estará alocando seu valor mensal com base na sua probabilidade de conseguir algo que valha a pena.


Cabe a você decidir a posse do consórcio. Por isso, antes de tudo, o ideal é ter um planejamento financeiro que entenda sua probabilidade e faça uma previsão da sua situação financeira para os próximos anos para ajudar nesse processo sem nenhum prejuízo ao seu orçamento.


Manutenção do poder de compra


Quando investimos, precisamos estar atentos à inflação e outros detalhes para não correr o risco de perder dinheiro. Os consórcios não têm esse problema para sustentar o poder de compra.


O valor da carta de crédito é periodicamente ajustado de acordo com a situação atual do país. Ou seja, se você for contemplado em um período um pouco maior do que esperava, manterá o poder de compra devido aos reajustes.


Isso apenas após análise pelo Banco Central, o órgão responsável por fiscalizar esse tipo de produto no Brasil. As administradoras de consórcios são supervisionadas por essa instituição, que confirma que tudo está dentro da lei, garantindo segurança aos clientes.


Neste conteúdo trouxemos algumas informações para ajudar você a conhecer um pouco do consórcio, como ele funciona e quais são as principais diferenças em relação ao financiamento. Conforme explicamos, para fazer uma boa escolha, é importante que você analise bem as alternativas disponíveis e não deixe de entrar em contato com profissionais que entendam do assunto - pois eles terão o suficiente para investir em tirar dúvidas dos clientes



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